Créditos

Espaço criado, em junho de 2011, para promover o legado de J. Carlos, por meio de um mapeamento dos caminhos visuais apontados por José Carlos de Brito e Cunha (Rio *18/6/1884 + 2/10/1950) – da Praça Mauá à Praça Paris – durante a Belle Époque Tropical (1889-1922) e Modernismo (1922-50), com o intuito de recomendar footingações.

O memorial J. Carlos… apresenta o conteúdo recopilado distribuído nas esferas em atuou e através da aplicação da narrativa visual divulga os múltiplos trabalhos que realizou e objetiva servir de referencial Para todos…:

  • os artistas gráficos e plásticos franceses referentes: Gavarni, SEM, Hérouard, Iribe, Lepape, Erté e a quem J. Carlos serviu de referência
  •  o paraíso artificial da boemia à rua
  • as ferramentas adotadas em seu processo criativo, evidenciando sua produção como designer gráfico, editorial: quanto a concepções para periódicos (1902-50), como capista de livros (1920-44), quadrinista (1905-30), cenógrafo (1930-36), publicitário (1930-36), vitralista.

O banco de dados contempla imagens, vídeos, excertos técnicos e literários, condensados nos campos das artes visuais e do design, reúne homenagens, do século passado, a J. Carlos: de selo (1996) à logradouro, bem como exposições (1914, 84, 86, 88, 91). Salienta as apropriações e reelaborações de sua obra, que começaram em vida (1942) e mais tarde apareceram em cartaz (1984), abertura de seriado televisivo (1986), capa de CD (1997).

execução e pesquisa

Vanessa Johnson

Especialista em Design Gráfico Identidade Visual do Sistema-Produto

vanessa.johnson@terra.com.br

http://lattes.cnpq.br/7374648407185657

Caminhos e fatores relevantes:

Interesse iniciado em 2000, em razão da leitura do Caderno de Literatura da AJURIS, que abordava o gaúcho Álvaro Moreyra e sua atuação junto a J. Carlos nas revistas de época.

Fruto da recopilação de revistas em que foi citada  a obra de J. Carlos: Ícaro, Ciências Hoje, Almanaque Brasil de Cultura Popular,

Coleta de Imagens no Museu da Comunicação Hipólito José da Costa, das revistas Para todos… e O Malho.

Interesse retomado nas aulas com Tony de Marco, autor da família tipógráfica Samba, inspirada nos grafismos de J. Carlos.

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