O japonismo em J. Carlos reside nas impressões efêmeras do momento que passava e se associa ao poder de síntese, pois seu traço transcende, parece ser uma pintura de agulha, cativa pelo primor, pela exaustão de contornos e texturas melífluas, deixa o espectador estupefato, numa brincadeira densa e norteada pelo limite do suporte página. Atemporalmente interage com o leitor, por conter a essência condensada em grafismos e cores dosadas, os meio-tons aquarelados, numa mistura de tentativas e domínios, inova com a possibilidade do uso da tricromia.