1984

Arestizábal

J. Carlos sabia valorizar o branco do papel, com poucas linhas definindo um ambiente ou criando uma situação. Tinha um sentido muito preciso do espaço gráfico, criando planos e cortes à maneira do cinema, e era extremamente econômico no uso dos recursos, que tinha à sua disposição inclusive a cor, preferia ser despojado e enxuto.

 

Desenhos de J. Carlos

J. Carlos e as artes gráficas nos trópicos

J. Carlos empregava em sua produção gráfica (caricatura, charge, ilustração) variadas técnicas, não raro mesclando-as, numa acumulação necessária para obter o resultado estético desejado:

trichromia

  • aquarela
  • bico de pena
  • colagem
  • grafite
  • guache
  • lápis de cor
  • nanquim